As bases para um copywriting de sucesso

As bases para um copywriting de sucesso

Conheça 4 pontos para se trabalhar no texto e ter um copywriting de sucesso

Você já deve ter lido alguma vez um texto em que você se identificou por completo, e não parava de ler pela tamanha coincidência do que era apresentado com a sua vida ou sua necessidade naquele momento. Às vezes, textos assim despertam um espanto e estranhamento como bizarro. Mas calma: não é mágica nem bruxaria! É apenas: copywriting.

O que é copywriting?

Todo texto publicitário que tem objetivo de realizar uma venda (seja de produtos, serviços ou até mesmo de ideias) pode ser considerado uma copy. Contudo, copywriting se diferencia da escrita puramente comercial pelo objetivo que tem, que é persuadir o leitor a cumprir algo proposto; mas principalmente a abordagem, que é como se envolve o leitor. Sobre isso, você vai ler nos pontos a seguir.

Obs.: neste texto, nos referimos a quem recebe a mensagem como “leitor”, mas o copywriting pode também ser feito para comunicação falada em áudios ou vídeos, com o mesmo objetivo: persuadir quem recebe a informação.

Quais os principais pontos para se trabalhar?

  • Persona – Com quem estou falando?

Antes de escrever uma copy, é necessário muita pesquisa e reflexão do próprio copywriter, mas também sobre o consumidor ideal que se pretende atingir. Antes de mais nada, é preciso refletir sobre a “persona”, que é o personagem que você deve conhecer para se comunicar com ele, que será o seu alvo para você persuadir. Portanto, deve-se ter em mente tudo o que ele considera bom ou ruim, o que o faz feliz e o que o faz sofrer, onde ele está e onde gostaria de estar, o que ele quer e o que ele não quer, como ele pensa e no que ele não pensa… Enfim, reflita em tudo que o consumidor ideal seria, para você falar diretamente com ele quando escrever.

  • Interlocução – Como devo me referir a mim e à persona?

Neste tipo de escrita o foco está na 1ª ou do singular, já que o “eu” remete à experiência de quem fala; mas também é utilizado o “você” como forma de se aproximar do leitor, sendo pouco recomendado o uso do “nós” porque remete a empresa, marca, e o leitor não quer falar com um CNPJ, mas quer ter a impressão de que está falando com alguém diretamente. Também pouco se usa o “vocês”, pois você deve respeitar o seu leitor e tratá-lo como único, e não como parte de uma massa.

  • Abordagem – Como devo falar?

Na abordagem copywriting, deve-se envolver aquela pessoa que está lendo com histórias interessantes (quando se faz uso do storytelling), gerando identificação com fatos, acontecimentos e, principalmente, sentimentos; e ainda com o uso de gatilhos mentais (formas de abordagem que faz com que o cérebro tome decisões de forma mais impulsiva e menos racional), além de desenhar os quadros mentais.

  • Quadros Mentais – Sobre o que vou falar?

Depois que você já entendeu quem é a sua persona (seu leitor), e também já sabe como se referir a ele e você, além de como falar com ele, já é hora de saber o que falar a ele. Pense numa conversa agradável, mas sempre focando na identificação que deve gerar. Você pode escolher um tipo de quadro mental e falar disso com seu leitor. Você o ajuda a criar um quadro mental quando fala sobre algo ruim que ele possa estar sentindo ou passando, e deseja mudança; também dá para falar do que pode acontecer com ele futuramente, o que irá sentir se seguir em uma determinada direção; ou ainda pode desenhar na mente dele um sentimento bom que ele poderá vir a sentir se escolher outro caminho.

Seja como for a sua persona, a forma de abordagem e o quadro mental que escolher, é importante que a sua escrita seja informal, amiga, pessoal e aberta a “ouvir”. Mas você deve estar pensando: “como ouvir, se escrevo algo para alguém ler?” O “ouvir” aqui se refere à ação do seu leitor, que será realizar o que você quer persuadi-lo a fazer, mas ele pode fazê-lo de formas diferentes.

Por exemplo, você quer que ele entre em contato, e ele pode fazê-lo por e-mail, formulário ou telefone; e ainda para aderir ao que você quer, para tirar dúvidas ou para fazer uma crítica. Seja como for que o seu leitor “falar” com você, dê ouvidos a ele, e aproveite para começar um diálogo, pois qualquer que seja a ação que você tenha despertado, ela é válida porque modificou a mente e gerou uma reação no seu leitor.

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